segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Apresentação de "NO SUL AS MIMOSAS"

Realizou-se no passado dia 14 de Dezembro, pelas 18 horas, na Biblioteca Lídia Jorge, em Albufeira, a apresentação pública do livro de poesia No Sul as Mimosas da grande poetisa algarvia Josefa de Lima.
A cerimónia, presidida pelo Presidente da Câmara Municipal de Albufeira, José Carlos Rolo, contou com a presença da escritora Luísa Monteiro, que fez a apresentação da obra, sendo a mesa de honra composta, também, pela autora, Josefa de Lima e pelo representante da Arandis Editora, Nuno Campos Inácio.
Entre as mais de cinquenta pessoas que compunham a assistência, encontravam-se vários professores, escritores, amigos de longa data da autora e representantes da comunicação social, salientando-se a presença do ex-Governador Civil do Algarve, Cabrita Neto.
A cerimónia contou, ainda, com uma declamação brilhantemente proferida por Laura Braz.
No final, a Quinta dos Avós brindou os presentes com uma mostra das suas especialidades.
O livro, com o preço de 10 Euros, pode ser adquirido nos postos de venda identificados em www.arandiseditora.pt, ou enviando email para arandiseditora@gmail.com, que será remetido para qualquer ponto do país sem custos de envio. 


Livro de Poesia de Josefa de Lima, No Sul as Mimosas


A poetisa Josefa de Lima (foto de Gabriel Clemente)


A poetisa Josefa de Lima (foto de Gabriel Clemente)


Josefa Lima cumprimenta convidados, vendo-se o ex-Governador Civil Cabrita Neto (foto de Gabriel Clemente)


Vista geral da sala da biblioteca (foto de Gabriel Clemente)


Mesa de Honra composta por Nuno Campos Inácio (Arandis Editora), Josefa de Lima (Autora), José Carlos Rolo (Presidente da Câmara Municipal de Albufeira) e Luísa Monteiro (Apresentadora da Obra) - (foto de Gabriel Clemente)


A autora Josefa de Lima e o Presidente da Câmara Municipal de Albufeira, José Carlos Rolo - (foto de Gabriel Clemente)


A escritora Luísa Monteiro e a poetisa Josefa de Lima - (foto de Gabriel Clemente)


Nuno Campos Inácio, Josefa de Lima e José Carlos Rolo - (foto de Gabriel Clemente)


Assistência da Sala da Biblioteca - (foto de Gabriel Clemente)


D. Conceição, da Quinta dos Avós e Josefa de Lima - (foto de Gabriel Clemente)


Laura Braz, declamando um dos poemas de Josefa de Lima - (foto de Gabriel Clemente)


Maria de Jesus, Gabriel Clemente e Luís Nunes Alberto


Laura Braz e Matilde


Josefa de Lima


José Guilherme e Josefa de Lima


Laura Braz, José Guilherme e Josefa de Lima


Laura Braz e Josefa de Lima


Nuno Campos Inácio, Josefa de Lima e Sérgio Brito

sábado, 8 de dezembro de 2012

Apokalypsis

Apokalypsis é a obra póstuma do arquitecto, artista, investigador e escritor algarvio Victor Borges que, ao longo dos últimos vinte anos da sua vida, investigou as origens do Cristianismo.
Com 706 páginas, ricamente ilustradas com desenhos de sua autoria, a obra foi organizada por Nuno Campos Inácio. a partir dos manuscritos que a família lhe forneceu.
Prefaciada por Antonieta Guerreiro, editada pela Arandis Editora, Apokalypsis foi paginada por Fernando Lobo e será impressa na Gráfica Comercial de Loulé, onde o próprio Victor Borges imprimiu muitos dos seus trabalhos. 

SINOPSE

No século I a.C. o judaísmo estava seriamente debilitado pelas zaragatas contínuas entre os adeptos do sol e os adeptos da lua. No entanto, apesar dos desentendimentos, os líderes romanos e judeus e a elite sacerdotal judaica, não quiseram perder a oportunidade única de espalhar o seu dogma poderoso sob a protecção das asas da Águia romana. Celebraram assim um acordo “teo-político”que chamaram de Novum Testamentum, “Nova Aliança”, uma espécie de update da antiga aliança moisaica. A ratificação dessa Nova Aliança, culminaria com a eleição e coroação de um “Rei dos Judeus” consensual. Um rei ungido -um “Messias”- segundo as tradições e os cânones davídicos, seria portanto rei e simultaneamente sumo-sacerdote. Esse Messias consensual seria uma “fusão genética” das várias famílias aristocráticas e sacerdotais que reivindicavam a legitimidade da liderança do povo judaico. A figura de proa da elite sacerdotal era encabeçada pelos “Boanerges” apelido grego que significa “Os Filhos do Trovão”. Solaristas e Nazaritas ascetas, os Boanerges eram descendentes de Zadok o lendário sacerdote davídico.
Quando chegou o momento tão esperado da coroação do Messias davídico, o rei consensual foi descartado e o Novum Testamentum ficou sem efeito. Inicia-se então uma guerra-fria entre os mais de quatro mil membros da elite sacerdotal. As sinagogas da diáspora entre a Hispânia e o Médio Oriente ficam divididas entre os seguidores do Novum Testamentum e os que contestavam a sua legitimidade.  O líder dos opositores lunaristas ao Messias consensual, chamava-se Saulo e mudaria o seu nome, por razões políticas, para “Paulo”.
A técnica perversa que Paulo adoptou para desmontar o Novum Testamentum, foi criar um Novum Testamentum paralelo e transformar o “Rei dos Judeus” legítimo num ícone grotesco chamado “Jesus de Nazaré”, manietando completamente o rei eleito. Trinta anos após a alegada “crucificação”, o rei descartado foi finalmente assassinado em Jerusalém pelos paulinianos em 62 d.C. “Jesus” que vem do grego Iesous, que por sua vez vem do hebraico yeshua que significa “o salvador”, era um dos muitos apelidos do malogrado rei, o mais famoso apelido a seguir a “Jesus” era “Tiago”.
A morte do Messias consensual veio azedar drasticamente as relações já deterioradas entre os lunaristas paulinianos e os solaristas messiânicos.
Dois anos depois do assassinato de Tiago “o Salvador”, no verão de 64 d.C., na sequência do incêndio de Roma, Paulo é finalmente preso e executado em Roma.
O local original onde o ossário de Tiago Boanerges “o Salvador” foi depositado, foi a cidade algarvia de Silves. Pouco antes da invasão muçulmana de 711d.C., o ossário foi transladado para as Astúrias, onde se ergue hoje aquele que é, a seguir a São Pedro em Roma, o santuário mais importante do cristianismo, Santiago de Compostela.

Ao longo da presente obra, o leitor encontrará respostas para algumas das questões mais intrigantes da humanidade, relativamente ao Cristianismo, mas não só:
Quem era, afinal, Jesus Cristo? E a sua verdadeira família? Podemos distinguir um Jesus real de um Jesus bíblico? Há algo em comum entre a figura real e a figura bíblica?
Quem foi o “criador” do Cristianismo e porque o criou? Quem difundiu o Cristianismo?
Onde baseou o criador do Cristianismo a sua teosofia? O Cristianismo é uma teosofia nova, ou baseia-se em teosofias já existentes?
Jesus foi, efectivamente, crucificado? Morreu na Cruz? Porquê?
Quem era Maria Madalena? Quem era a sua verdadeira família? Há alguma semelhança entre a figura humana e a personagem bíblica? Seria Jesus casado? Seria Madalena a sua mulher?
Qual a ligação entre a Península Ibérica e o Cristianismo? Poderá o Jesus real ter estado sepultado em Portugal? Porque motivo tal poderia ter ocorrido?
De quem é o túmulo venerado em Santiago de Compostela? Como foi lá parar e como se tornou motivo de adoração?
Como se desenvolveu a expansão humana pelo mundo e a colonização dos vários continentes e ilhas?
Quem construiu as primeiras pirâmides e com que objectivo? O que era a Esfinge? Quem eram os Querubins e os Centauros?
Quem foi Moisés? O que representam as referências bíblicas a Adão e Eva? O que representa o dilúvio de Noé? Quem eram Caim e Abel? O que representa o Éden? O que representa a Serpente?
O que é o projecto Portus Galliae et Campus Stellae? Quem o idealizou? Porquê e para quê?
A relação entre Júlio César e Cleópatra teve um objectivo político? O que aconteceu ao filho de ambos? Porque Júlio César adoptou o calendário solar no Império Romano?
Quem era Maomé? Qual a origem teosófica do Islamismo? O que liga Maomé a Jesus?
Nesta obra encontrará a resposta a estas e muitas outras perguntas, que nunca ousou fazer…







Confissões de Vagamundo

Confissões de Vagamundo é o primeiro trabalho editado do Portimonense Carlos Filipe Silva, que será apresentado no próximo dia 16 de Dezembro, pelas 15: 00 horas, no grande auditório do TEMPO, ainda no âmbito das comemorações do Dia da Cidade de Portimão. 
Ao longo deste seu primeiro livro de poesia, editado pela Arandis Editora e prefaciado por Nuno Campos Inácio, Carlos Filipe Silva leva-nos a viajar pelas "vagas do mundo", como se fossemos meros vagabundos, deambulando entre as suas palavras rimadas. 


Carlos Filipe Silva



Portimão, Cidade com História - De Vila Nova a Portimão


No próximo dia 16 de Dezembro, pelas 15 horas, no grande auditório do TEMPO, será apresentado o primeiro livro da colecção "Portimão, Cidade com História", com o sub-título "De Vila Nova a Portimão", de Nuno Campos Inácio.
Editado pela Arandis Editora, a obra é composta por cerca de 190 fotos anteriores a 1924, ano em que Vila Nova de Portimão foi elevada a cidade. 
Geograficamente, a obra encontra-se dividida em partes relativas a Portimão, Praia da Rocha, Alvor e Mexilhoeira Grande. Tematicamente, divide-se em: vistas gerais, com imagens panorâmicas da vila, de monumentos e de espaços específicos (como largos, jardins, porto, pontes, rio, praias, rochas, hotéis, casas); profissões e actividades da época; colectividades da época; biografia e breve genealogia de alguns portimonenses ilustres do período de Vila Nova; fragmentos de notícias de jornais da época; toponímia do período de Vila Nova.
Com prefácio da Professora Doutora Maria João Raminhos, apoiado pelo ISMAT (responsável pela paginação), com revisão de texto de Constantino Romão, a obra teve como principal fonte a colecção particular de Manuel Mendonça e a colaboração do grande fotógrafo Francisco Oliveira, além de outros contributos pontuais de outros amigos portimonenses.
INDICE:
PARTE I: Vila Nova de Portimão: O rio como porta de entrada de uma vila; Visita Real a Vila Nova de Portimão; As pontes como novo factor de desenvolvimento local; A construção da ponte ferroviária; A chegada do comboio; O cais de Vila Nova de Portimão; A água canalizada e os fontanários; Mercado do Peixe; Jardim Visconde de Bivar; Batalha das Flores; As salinas, o dique e o sapal; O Cinematógrafo Provisório; O Convento de São Francisco; O Colégio dos Jesuítas e o Rossio; A Igreja Matriz; A Igreja da Misericórdia; O Mercado da Verdura; A Rua Direita; A Estação de Portimão; O Matadouro Municipal
PARTE II: Praia da Rocha: A Fortaleza de Santa Catarina de Ribamar; A Praia da Rocha; Avenida Principal; O Casino da Praia da Rocha; O Hotel Viola; O Hotel Bela Vista; Os Chalets da Praia da Rocha; Rochas da Praia da Rocha; A Praia do Vau; A Ponta de João d’Arens
PARTE III: Alvor: Vila de Alvor; O Castelo de Alvor; O Morabito de São João Baptista; Os Poços na Ria de Alvor; A Igreja Matriz de Alvor; Os Montes de Alvor
PARTE IV: Mexilhoeira Grande: A Mexilhoeira Grande; Alcalar; Villa Romana da Abicada
PROFISSÕES E ACTIVIDADES: Os Fumeiros; As Fábricas de Cortiça; As Fábricas de Conservas de Peixe; A Litografia; As outras indústrias; O Comércio Bancário; Os Barcos de Pesca; Os Caiadores; Os Aguadeiros; As Carrinhas; As Lavadeiras; Os Grupos Musicais; O Portimonense Sporting Clube; A Sociedade Vencedora Portimonense; O Glória ou Morte Portimonense; Manobras Militares na Praia da Rocha; As Touradas na Praia da Rocha; Bodo aos Pobres na Praia da Rocha
BIOGRAFIAS E GENEALOGIA: Francisco de Almeida Coelho de Bivar; José Joaquim Serpa; Frederico da Paz Mendes; João António Júdice Fialho; José Negrão Buisel; Manuel Teixeira Gomes; Joaquim Pedro Vieira Júdice Biker; Presidentes da Câmara Municipal de Vila Nova de Portimão

Esta é uma edição limitada a 200 exemplares. 



sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O Fuzileiro Especial



O Sargento Ajudante FZ José Maria Rodrigues Ferreira, "O Pistas", apresenta-nos uma excelente memória de guerra, um documento verdadeiramente histórico e ricamente ilustrado com fotos originais e inéditas, da sua passagem por Angola, Guiné e Moçambique.
Uma história de vida, de um combatente pela Nação, que servirá de apoio para, no futuro, aqueles que se dedicam a escrever os compêndios da história, descreverem de uma forma imparcial, o que foi a guerra colonial para aqueles que nela, muitas vezes anonimamente, participaram.
A cerimónia de apresentação contará com a presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Albufeira. 

Saiba mais em www.arandiseditora.pt

A Cidade Traída



João de Sousa, natural da Fuzeta, morador em Faro, apresenta-nos um policial cativante, com cenário na cidade de Faro, onde se encontram uma série de símbolos, visíveis, mas ignorados, que transmitem mensagens que aguardam decifração. 
Como um investigador criminal atenta a todos os sinais de prova, o autor atenta às mensagens ocultas na arquitectura e espaços públicos, algumas delas centenárias.
À apresentação da obra, no auditório do Museu Municipal de Faro, numa cerimónia que contará com a presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Faro, Eng.º Macário Correia, seguir-se-à uma visita pela cidade, em busca de alguns desses símbolos religiosos, maçónicos, ou outros.

Saiba mais em: www.arandiseditora.pt

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Arandis Editora lança 5 livros, de 5 autores algarvios, num fim-de-semana


A Arandis Editora faz história no Algarve, ao ser a primeira editora regional a apresentar obras de cinco autores algarvios num fim-de-semana.
Depois do lançamento da primeira obra de ficção escrita em “algarvio”, “Duas Históiras no Algarve”, da autoria de Sérgio Brito, que esgotou a primeira edição numa semana.

 E do livro de poesia “Sulino”, do grande poeta algarvio Manuel Neto dos Santos

A Arandis Editora lançará cinco novos livros de escritores algarvios, entre os dias 14 e 16 de Dezembro.
No dia 14 de Dezembro, pelas 18 horas, na Biblioteca Lídia Jorge, em Albufeira, será apresentado o livro de poesia “No Sul as Mimosas”, da poetisa algarvia Josefa de Lima;

No dia 15 de Dezembro, pelas 15 horas, no Auditório do Museu Municipal de Faro, em Faro, será apresentado o livro de ficção policial “A Cidade Traída”, do escritor algarvio João de Sousa, numa cerimónia presidida pelo Presidente da Câmara Municipal de Faro. À apresentação da obra, seguir-se-à um passeio por locais da cidade de Faro, que servem de cenário ao livro.

No mesmo dia 15 de Dezembro, pelas 21 horas, na Delegação de Fuzileiros do Algarve, na Baleeira, Albufeira, será a vez da apresentação do livro “O Fuzileiro Especial”, uma obra de memórias de um ex-combatente algarvio, ricamente ilustrado com fotos inéditas, da autoria do Sargento-Ajudante José Maria Rodrigues Ferreira.

No dia 16 de Dezembro, pelas 15 horas, ainda no âmbito das Comemorações do Dia da Cidade de Portimão, numa cerimónia presidida pelo Presidente da Câmara Municipal de Portimão, serão apresentadas duas obras: “Portimão, Cidade com História – De Vila Nova a Portimão”, um livro de apontamentos históricos, ilustrado com 190 fotografias de Portimão anteriores a 1924, da autoria do escritor e genealogista algarvio Nuno Campos Inácio e “Confissões de Vagamundo”, o primeiro livro de poesia do, também portimonense, Carlos Filipe Silva, ex-dirigente do CDS/PP.

As apresentações formais, terminam no dia 22 de Dezembro, pelas 15:30 horas, com a apresentação da obra póstuma do escritor e investigador algarvio Victor Borges, sobre as origens do Cristianismo, “Apokalypsis”, que será apresentado na Praça Pública, em Benafim.

Com apenas três meses de existência, a Arandis Editora, vocacionada para a edição de obras de escritores algarvios, ou de temas que tenham a ver com o Algarve, apresenta ao público oito obras literárias, de oito autores algarvios, o que é inédito no panorama cultural algarvio.
Para 2013, a Arandis Editora já recebeu 24 novas obras para edição.